Índice larvário do mosquito Aedes aegypti mostra Pereira Barreto em baixo risco de epidemia, porém, Secretaria de Saúde pede a colaboração dos moradores

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Com um dos melhores índices em relação a região no controle de focos criadouros do mosquito transmissor da dengue, Prefeitura Municipal salienta que tal resultado só possível graças ao trabalho conjunto entre a Administração e população.

A Estância Turística de Pereira Barreto é considerada pelo Ministério da Saúde, através do  Programa Nacional de Controle da Dengue, como um munícipio com controle satisfatório de larvas do mosquito Aedes aegypti , transmissor da dengue e das febres Zika e Chikungunya. Através do Avaliação de Densidade Larvária para o mosquito Aedes Aegypti (ADL), de 2020, realizado em 600 imóveis de Pereira Barreto, no início do mês de Janeiro, Pereira Barreto registrou apenas quatro imóveis com larvas do mosquito, ou 0,6%, índice considerado fase de risco baixo.

A Secretaria Municipal de Saúde destaca que tal resultado só foi possível graças às ações conjuntas entre as equipes de Saúde e também da população, que colaborou significativamente para que os índices larvários fossem considerados baixos. Portanto, a Secretaria pede que a população continue com seu trabalho, já que as equipes continuam realizando atividades de controle e prevenção.

Todos os municípios devem realizar, anualmente, quatro ciclos de ADL, de modo amostral, nos meses de Janeiro, Março, Junho e Outubro. Os quarteirões, onde ocorrerá o levantamento, são escolhidos por sorteio eletrônico, através do Sistema ADL. As larvas encontradas são enviadas para os laboratórios das Diretorias Regionais de Saúde (DRS), onde são identificados se são do mosquito Aedes Aegypti.

A partir do levantamento, realizado pelos agentes de saúde dos municípios, é feita uma classificação de risco, proposta pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Controle da Dengue: abaixo de 1% da quantidade de imóveis com larvas, é considerado fase de risco baixo; entre 1 e 3,9%, em fase de situação de alerta; e acima de 3,9%, em risco alto para ocorrência de epidemia.

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